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SERRA DO JAPI

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Beleza paisagística inegável
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A Serra do Japi é um raro remanescente de Mata Atlântica no Interior do Estado de São Paulo, detentora de 7% de remanescentes da formação original do bioma Mata Atlântica do Brasil. A riqueza de sua biodiversidade está diretamente relacionada ao fato de que a Serra do Japi possui uma condição climática diferenciada já que se localiza em uma região ecotonal, isto é, uma área de transição ou junção entre duas ou mais formações florestais. No caso, as Umbrófilas da Serra do Mar e as Semideciduais do interior paulista. Uma das características mais relevantes das áreas ecotonais é a alta diversidade de formas de vida.

De beleza paisagística inegável, formada por uma pequena cadeia montanhosa, a Serra do Japi possui uma formação rochosa composta por diferentes tipos de solo. Sua riqueza hídrica – fator que levou a denominação de “castelo de águas” por parte dos naturalistas europeus, conforme relata o professor Aziz Ab’ Saber, numa clara referência à qualidade e à quantidade de água da região.

Considerada “Reserva da Biosfera da Mata Atlântica” pela Unesco, suas características faz dela um importante Patrimônio Natural, sendo considerada uma das últimas grandes áreas restantes da Mata Atlântica do Brasil e do interior paulista ainda preservada em uma região densamente ocupada, representando uma das últimas grandes áreas de floresta contínua do Estado de São Paulo, sendo o testemunho de uma flora e fauna exuberante que existiam em grande parte na região sudeste do Brasil.

As diferenças de altitude, temperatura, umidade e solo encontrado na Serra do Japi contribuíram para a formação dos diferentes tipos de vegetação arbórea. As encostas e topos de morros fragilmente implantados funcionam como banco genético de vegetação tropical adaptada às áreas de solos ácidos e de baixa fertilidade natural, constituindo-se num importante refúgio para a fauna remanescente dos planaltos cristalinos interiores do Estado de São Paulo.

A cobertura vegetal, decorrente dessas ações, é formada por reflorestamentos, principalmente pinus e eucaliptos, pastagens e pequenas porções de culturas agrícolas. As matas naturais aparecem cobrindo a maior porção, tendo sido, em boa parte, fortemente modificada em função de incêndios e extrativismo florestal, diminuindo sensivelmente a ocorrência de floresta primária, dando espaço para as matas secundárias, não menos importantes.

A floresta do Japi possui uma grande diversidade de espécies de flora e fauna sendo dotado de um enorme e maravilhoso laboratório natural para estudos e pesquisas, o que pode propiciar o desenvolvimento da ciência para humanidade, o que a se torna importante  e com isso a sua imprescindível preservação.

PROGRAMAÇÃO

02 / DEZEMBRO – Sábado

Saída às 07h30 – Centro Cultural Vergueiro com destino à Jundiaí

9 km – ida e volta

A trilha do Paraíso apresenta um trecho com Eucaliptos até a casa do conserveiro (antiga edificação de alvenaria que foi utilizada por funcionário público que auxiliava na conservação da Reserva). A partir deste ponto, seguimos por um trecho fechado de mata até a Cachoeira do Paraíso.

VALOR POR PESSOA : R$ 250,00

Inclui :

– Transporte –  Ingressos  – Lanche de trilha – Seguro viagem – Guias especializados

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