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Curtindo a aventura…

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COMPORTAMENTO

Muita gente vai a locais para escutar e conviver com a natureza. O comportamento adequado e o silêncio são muito importantes.
Experimente: você deve estar aberto para todas as impressões e deixar seus pensamentos captarem os variados tons coloridos daquilo que vê .
Vamos lá, renda-se: abra sua mente, respire fundo e faça parte dessa paz!

Seja humilde diante da natureza, ela é infinitamente mais poderosa que você. Não tenha vergonha de recuar ou pedir ajuda diante de um obstáculo.
Não corra riscos, por menores que sejam, apenas para se mostrar, ou tentar provar (mesmo que seja para você mesmo) quão macho você é.

Às vezes, durante uma jornada, em lugares populares, com freqüência cruzamos com outros mochileiros. Com cortezia, que tal um olá, um gesto de simpatia?
É uma maneira simples de mostrar a todos que mochileiros são pessoas amigáveis. Conversando com outros grupos, pode-se obter informações sobre a trilha, descobrir o local da fonte mais próxima ou conversar sobre bons lugares para acampar.

CONSERVAÇÃO

Permita que os que vierem depois de você tenham uma sensação de descoberta, não toque em formações rochosas, não recolha plantas,
artefatos arqueológicos, conchas etc.

Não corte árvores, galhos ou abra picadas, exceto em emergências.

Reduza ao mínimo as alterações do local. Evite contaminar as fontes de água. Concentre os impactos ambientais em áreas já impactadas.
Nos locais onde a vegetação é densa, restrinja aos máximo as atividades.

Caminhando em trilhas é onde os mochileiros passamos a maior parte do tempo ao longo do dia. Então, é claro, algumas trilhas acabam parecendo
como avenidas se elas são muito usadas. Se caminharmos no meio da trilha, em fila indiana, a trilha não será alargada pelo uso excessivo.

Os atalhos devem ser evitados pois degradam muito e acabam se transformando em erosão, devido à ação da água. A distância economizada é muito pouca, comparada com o impacto causado pelos atalhos, que dificilmente serão fechados. Portanto, evite os atalhos e nas trilhas procure andar em fila indiana tornando o impacto menor. Os zigue-zagues protegem o terreno na hora das chuvas fortes. Se puder, obstrua os atalhos já feitos com galhos de arvores
soltos, espinhos e mato.

Só descanse fora do caminho em áreas duráveis, como rochas, areia ou vegetação seca.

As necessidades fisiológicas devem ser satisfeitas num raio de, pelo menos, 100 m de cursos d’água, lagos etc, e enterradas.

Lembre-se de que o meio ambiente é herança futura para as próximas gerações. Compete a nós mantê-los saudáveis e bonitos.

Preservar e proteger a natureza além de um dever tornou-se uma necessidade para a sobrevivência do nosso planeta. Colabore. desfrute,
aprenda e respeite a natureza e seus tesouros.

RESPIRAÇÃO

A RESPIRAÇÃO É MUITO IMPORTANTE  para caminhar, e aprender uma técnica de respiração pode melhorar o seu desempenho ou mesmo vir a ser energética,
aliviadora de tensão e até uma experiência espiritual.

A fim de ganharem mais resistência, energia e proporcionarem o menor gasto das forças vitais, os monges do Tibete, por volta de 2.000 a 2.500 anos a.C. aperfeiçoaram o sistema de respiração para utilizarem em suas tarefas diárias.

Como respiramos normalmente

Por natureza, inspiramos pelo nariz e expiramos pela boca, utilizando os pulmões. Muitas pessoas mantêm o estômago succionado para dentro,
apertada e continuamente, dessa forma não se aproveitando da expansão da barriga com uma maior obtenção de ar a cada respiração. Como resultado,
a maioria das pessoas respiram muito raso, usando somente os ombros/clavículas e a caixa das costelas para inflar e exalar.

Na respiração diafragmática,

o ar também entra pelo nariz e sai pela boca, porém fica uma parte de ar retida na porção inferior dos pulmões (cerca de 30%),
parte esta geralmente não utilizada, pois a musculatura diafragmática os comprime, fazendo com que essa pequena área não seja aproveitada.
A respiração diafragmática traz inúmeros benefícios, dentre os quais os três principais são:

* tornar possível o catatonismo (ficar em “estado de morto” por vários dias, onde o coração bate de 4 a uma vez por minuto);

* retardar o processo de queima de oxigênio, desacelerando os batimento cardíaco e,

* o mais importante, energizar o corpo, regularizando a força vital, formando assim, uma espécie de camada protetora,
dificultando o contágio de doenças que debilitam o sistema imunológico.
A respiração com o baixo ventre faz com que o oxigênio que entra se concentre, energizando esse local. Posteriormente essa energia é transferida para os demais órgãos do corpo, como o cérebro, coração, intestinos etc., regularizando e equilibrando os chacras de cada elemento.

como respirar em meio a uma atividade física:

Sabemos que o diafragma é a musculatura interna que sustenta os órgãos da parte superior do corpo, como coração e pulmões. Assim sendo, ao inspirar,
não se deve fazer os pulmões incharem. O ciclo da respiração deve iniciar na barriga. Empurrando a barriga para fora, fazendo-a crescer,
força o diafragma para baixo, inflando automaticamente os pulmões (observe num bebê dormindo o movimento da barriga quando ele respira,
num processo instintivo!). Em seguida, a caixa das costelas é expandida para entrar mais ar. Finalmente, os ombros e as clavículas são movidas
para trás para trazer, no final um pequeno aumento no volume do pulmão toda vez que o ar entra.

Em síntese, quando respiramos normalmente, ao adentrar o ar nos pulmões elevamos o tórax e encolhemos a barriga. Na respiração diafragmática,
o tórax não se eleva e a barriga se expande.

Exercite:

* Inspire – expanda, empurre a base da barriga para fora, respirando o ar para dentro. Permita que suas costelas se “abram”.
Finalmente, coloque os ombros e as clavículas para traz.

* Expire – primeiramente solte o ar do topo de seu tórax, em seguida da caixa de costelas e finalmente puxe o estômago e a
base da barriga para as costas, contra a espinha.

Enquanto que a paradóxica respiração rasa o manterá vivo, ela se torna deficitária em situações onde você necessita de mais oxigênio,
tal como enfrentar uma colina. Atletas de todos os tipos são treinados a respirar com suas barrigas para obterem uma inalação e exalação completas.

Para um bom aproveitamento do exercício, inicie a respiração progressivamente.

* Parado: respiração calma.

* Andando e correndo: uma inspirada a cada quatro passos e uma expirada a cada 3 passos.

Três itens são fundamentais:

* quanto maior a velocidade que você caminha ou corre, maior a quantidade de respiração, no entanto, ela deverá permanecer calma;

A respiração diafragmática não serve como processo contínuo, e sim como meio alternativo para situações extremas;

* a quantidade de ar que sai é maior que a do ar que entra, na proporção 40% inspira e 60 % expira, pois você irá aprender
a reter mais oxigênio e exalar mais gás carbônico, contendo e diminuindo os batimentos cardíacos na atividade.

(Colaboração: Academia Shureikan Karate Goju-Ryu)

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